"É muito comum o ministro dizer em suas preleções ser ele «o anjo da igreja»; no entanto, essa expressão para alguns essa expressão tem cheiro de confusão religiosa
Quem são afinal estes anjos que Jesus diz ao apóstolo João no livro d'Apocalipse para ele lhes escrever?!"
Ou seja, os "pastores" que estão hoje à frente das "igrejas", sim intitulam-se como sendo "Anjos do Senhor", mas fazem-no numa perspectiva de se elevarem acima dos irmãos como que tendo mais poder e autoridade ante os demais irmãos, para que os restantes não os questionem; isto quando TODOS nós como filhos de Deus em Jesus, fomos considerados por Ele como irmãos em igualdade, participação e comunhão.
Uma das provas mais claras da realidade dos anjos, é o culto litúrgico que a Igreja lhes presta.
Sabemos que na vida da Igreja, a norma da fé é a norma da oração, reza-se conforme se crê.
Santo Agostinho, já no século IV, afirmava que “é preciso honrar os anjos testemunhando-lhes amor e respeito, mas não adoração, a qual somente a Deus é devido”. Aos poucos, na vida da Igreja , foram se tornando comuns as orações e os oratórios em honra dos anjos.

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